segunda-feira, 29 de abril de 2013

os Beatles são mais populares que Jesus?


Essa frase do título (em forma de pergunta), foi dita por John Lennon em uma entrevista e recentemente circulou dentro do discurso de um famoso e mal fadado pastor (que vem causando muita polêmica em muitas coisas).

A questão é que, um pacifista e humanista, como é o caso de Lennon, foi condenado ao inferno, pois teria levado três tiros: "em nome do pai, em nome do filho e em nome do espírito santo", justamente por ter dito a tal frase.

A fala de John Lennon é famosa e eu conhecia fazia tempos... mas isso me incomodou. Não por ela ter sido dita, nem mesmo pela fala do pastor, mas pela inconsequente contextualização que se faz, sempre que se quer justificar a morte (ou o fim da banda).

Procurei algumas referências para entender melhor o que se passava no momento da declaração, pois acreditar que alguém com a inteligência a o espírito pacífico de Lennon, não diria algo assim para se vangloriar ou para arrumar caso.

Encontrei esse material e achei muito interessante.
Reproduzo aqui:


O que Lennon disse, quando entrevistado por Maureen Cleave foi:

►"O cristianismo vai passar. Vai afundar e desaparecer. Não há necessidade de discutir esse assunto. Estou certo disso, e o tempo é que vai provar. Somos hoje mais populares do que Jesus. Eu não sei qual desaparecerá primeiro, se o rock and roll ou se o cristianismo. Jesus era ok, mas seus discípulos eram pessoas estúpidas e comuns. É a deturpação feita por eles que, para mim causa todo o estrago."

→Para mim a única interpretação provável disto é que:

1)Lennon não se colocou como mais importante do que Jesus, disse que naquele momento eram mais populares. [E pela frequência em que estampavam as manchetes dos jornais de todo o mundo não disse nada de absurdo. Alguém duvida de que aquela juventude conhecia e se interessava muito mais pelos Beatles ou por qualquer outra coisa do que pela religião?

2)Lennon não criticou a religião, mas a deturpação de valores feita por seus discípulos. E neste aspecto eu não deixo de concordar com ele.

Quando a entrevista foi publicada na Inglaterra não gerou polêmica alguma. Apenas meses depois, quando a Datebook, uma revista americana de fofocas, estampou na capa "John Lennon diz que os Beatles são mais populares do que Jesus" e dedicou algumas páginas com abordagem sensacionalista ao assunto é que a polêmica estourou. As canções do grupo foram vetadas em diversas estações de rádio e alguns lideres cristãos coagiram seu fiéis a queimar os discos. [Diz-se que isto tornou-se uma espécie de piada entre os Beatles, uma vez que para queimar os discos as pessoas teriam de comprá-los]

A jornalista Maureen Cleave era admiradora do grupo e já os acompanhava há algum tempo (e, dizem, viria a ter um caso com Lennon). Quando viu as proporções que a entrevista estava adquirindo, logo colocou-se a fazer declarações a imprensa (até Epstein pedir que ela se abstivesse de fazer mais comentários sobre):
►"Ele não pretendia se vangloriar da fama dos Beatles e, certamente, John não compara os Beatles a Cristo. Ele observara apenas que a situação do cristianismo estava tão precária que, para muitas pessoas, os Beatles eram mais conhecidos".

O comunicado oficial de Brian Epstein, empresário do grupo, à imprensa:
►"A citação das declarações que John Lennon fez a uma colunista de Londres há quase três meses tem sido realizada e reapresentada totalmente fora de contexto. Lennon tem profundo interesse em religião. O que ele queria dizer era que estava surpreso com o fato de que, durante os últimos cinquenta anos, a Igreja Anglicana, e, portanto, Cristo, sofreu um declínio de interesse. Ele não pretendia se vangloriar da fama dos Beatles. Queria apenas enfatizar que os Beatles pareciam, em sua opinião, exercer maior impacto sobre a geração mais nova"

Quase um ano depois, quando o grupo voltou aos EUA para a turnê de Revolver, John declarou à imprensa:
►"Se eu tivesse dito que a televisão era mais popular do que Jesus, teria passado batido. Estou arrependido de ter aberto a boca. Eu só estava conversando com uma amiga e usei o nome 'Beatles' como uma coisa distante, como os outros nos vêem. comentei que o conjunto tinha mais influência sobre os jovens do que que qualquer outra coisa, inclusive Jesus. Eu disse aquilo dessa forma, e a forma como eu a disse é que estava errada. Não sou contra Deus, nem contra Jesus, tampouco anti-religioso. Não estava criticando nada. Não estava afirmando que somos maiores ou melhores. Acho que é besteira, se não gostam de nós, por que simplesmente não deixam de comprar nossos discos?"

Bom, parece que mesmo décadas depois existem pessoas que se limitam a entender de tudo isso apenas um "ele se julga maior do que Jesus Cristo". Me parece apenas mais da mesma "deturpação".

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Fonte(s):

Citações extraídas de

SPITZ, Bob. Tempestade Em Copo De Água. In: SPITZ, Bob. The Beatles: A Biografia. São Paulo: Larousse, 2007. Cap. 30, p. 622-628.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

under pressure...



noite mal dormida e as 6h em pé.
banho tomado, volto pra cama.
telefone toca. de novo. de novo.

9h. sem dormir nem mover.
tv, sono, tv, internet.

14h. a fome se resolve com dois doces.
sono.

tem bons filmes no cinema.
o horário é legal.
o horário passa.
tem outro depois, dá pra ir.
o horário passa.
ao menos sair de casa jantar. algum bom restaurante.
algum restaurante perto.
um supermercado pra uma sopa.

19h. alguém me espera na porta.
um homem em um carro. ele olha pra mim.
acho que ele não tem motivo pra me matar, mas nunca se sabe.
aperto o passo, olho para trás.
não, ele não me segue, eu acho.

depois da sopa preciso de algo.
rodo prateleiras do supermercado pra saber do que preciso.
não preciso de nada.

21h. na rua, voltando.
barulho em uma igreja evangélica.
é uma universal do reino de deus.
alguns segundos na porta. tenho vontade de entrar.
mas passa.

volto pra casa.
volto pra cama.
2h. dormir até as 6h.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Qual seu medo?

Medo! Você tem, certo? Todo mundo tem!
Mas do que?

As vezes ouço algumas pessoas tratando o medo de forma subjetiva, ou quase. Quando por exemplo alguém diz: "Tenho medo do futuro..."
É comum e até justificável, mas é estranho.


Fiz uma busca no Wikipédia pesquisa sobre o assunto e uma definição de medo é essa aqui:
medo é uma sensação que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente.
Quer dizer, o medo mesmo é só aquele cagaço básico!
O medo é a sensação... Então como é que as pessoas sentem medo de coisas tão impalpáveis? Sentem a "sensação" e o "estado de alerta" para isso?

Bom, eu quis falar sobre isso porque sou um cara muito medroso. Sigo vivendo a filosofia do "mais vale um covarde vivo do que um herói morto". Há!

Mas, já me arrisquei muito, especialmente nessas situações mais abstratas... Mudanças, lembranças, futuro, carreira, relacionamentos, família... Mas nunca tive medo disso tudo, eu acho.

Tenho a impressão que a insegurança ou a incerteza não são medos, mas só receios ou mesmo desejos mesmo. Vontade de que dê certo, ou vontade de que não dê errado.

Mas medo mesmo, é mais perceptível né?
Eu tenho muitos!


É por tentar evitar o medo que eu não vejo filme de terror quando vou dormir sozinho, por exemplo. AHAHA (é sério!)

Mas, de toda forma, me lembro de uma história bem bacana...

Um dia uma professora perguntou aos seus alunos do que eles tinham mais medo.
Entre as respostas, apareceram monstros, lugares escuros, animais...
Até que um menino disse: "Tenho medo do MALA MAN"

Mas o que? Que porra é essa? - a professora deve ter pensado isso, mas falou:

O que é isso?
E o menino respondeu: "Não sei professora, mas eu tenho muito medo. Toda noite ouço minha mãe rezando e no final ela sempre pede: Livrai-nos do MALA MAN"

Pois então, o medo é daquilo que não sabemos o que é. O desconhecido é mesmo assustador...

É, dá pra ter medo do futuro sim.

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é uma satisfação.
Desejo um 2013 com poucos medos.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A Greve da Universidade Federal de Pernambuco - Greve Nacional (tivemos vitória ou derrota?)




A meu ver, a greve teve muitas vitórias, sobretudo políticas. Falo sobre contextualizando.

Antes de ser deflagrada, o governo fez um esforço para matá-la antes de nascer e deu um aumento de 4% aos/as professores/as. Aumento esse, acordado com o Sindicato Nacional um ano antes. 

Nesse contexto muitos/as nem acreditavam que a greve pudesse ocorrer. 

Mesmo assim, em uma Assembleia histórica ela foi deflagrada, com o apoio da Direção Sindical local. O Comando Local de Greve foi instalado e funcionou muito bem. A UFPE teve papel protagonista em todos os momentos, tendo um dos comandos mais ativos de toda a greve nacional. Fomos uma das únicas Associações de Docentes (ADs) a enviar e manter dois delegados no Comando Nacional todos os dias de greve, fomos o Comando de Greve com mais atividades (atos, palestras, debates, protestos e até confraternizações).
No momento em que muitos não sabiam da Greve e não queriam, a luta fez com que soubessem, debatessem, se inteirassem. Ganho político.

O Brasil debateu a Educação superior (em todas as suas formas e possibilidades) durante mais de 100 dias. Em cada Universidade a academia voltou suas atenções para si e pode se reconhecer. Ganho político.


Havia, antes de greve, uma clara divisão de entendimento da Universidade (ao menos na nossa AD), onde professores/as novos/as e antigos/as estavam em duas batalhas distintas. A greve unificou o movimento, nos deu algo para lutar juntos. Isso não existia desde a greve de 2005. Muitos/as achavam que isso estava morto.
A luta unificou professores/as, estudantes e todas as Universidades Federais. E para muitos não teríamos mais greves (e quase tivemos uma greve geral no país). Tenho certeza de que qualquer governo (mesmo esse), vai pensar duas vezes quando se ameaçar uma outra greve. Esse instrumento de luta ressurgiu nas Universidades (e em vários outros setores). O governo sentiu o golpe, se não fosse isso, não teria pedido trégua, não teria mudado sua própria proposta.

Pois bem, a tal proposta. É bem ruim mesmo. Tem poucas mudanças de carreira e pouco se avançou nos ganhos salariais gerais. 

Pontualmente a proposta oferece ganhos significativos: como a mudança de regra para professor/a titular, aumentos de 25% a 40% e aumentos maiores em caso de titulação. Se considerarmos os 4% dados antes, sendo esses acumulados, teremos quase 30% de reajuste em 3 anos, isso significa a reposição da inflação e mais um pouco a cada ano. Os/as professores/as titulares terão quase 50% de aumento em 3 anos. 

Isso é o que entrará em vigor se nada mudar. Esse é o acordo assinado pelo PROIFES (Fórum dos Professores de Instituições Federais do Ensino Superior - sindicato pouco representativo que queria acabar com a greve antes).

Devemos perceber que, apesar de ser bastante ruim, foi a nossa luta que fez com que chegássemos a esses patamares!

Os/as técnicos/as administrativos/as fizeram um acordo de 15% para 3 anos. Tirando os/as militares, os/as professores/as foram os únicos a terem diferenciais em seus acordos.
Repito, isso está longe de ser bom, mas o fato de um governo que queria dar o mínimo não fazer isso, foi por conta da luta! Isso é ganho!

O nosso Sindicato Nacional, o ANDES (Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior - Sindicato Nacional), não assinou a proposta! Nosso Sindicato Local, a ADUFEPE (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco), tampouco! 

Não há nada disso de que "estamos amarrados ou presos por 3 anos". Não houve acordo ainda.
Obviamente isso se deu pela intransigência do governo, sua truculência, falta de negociação, entre tantos outros adjetivos que ficamos familiarizados nessa luta.

Mas e o fim da greve? Pois bem. Acabou sem acordo. O acordo assinado pelo PROIFES se estenderá a todos/as caso nada mude. Mas pode mudar. O Comando Nacional de Greve e a Direção do ANDES está orientando a continuação da luta em outros "front".

O projeto de lei foi para o Congresso e nosso Sindicato (Nacional e Local) está mobilizado para pressionar e debater com Deputados e Senadores. Essa é a primeira ação.
O segundo é o "alerta ligado". As Universidades continuarão os debates e, se preciso, com paralisações. Fizemos algumas antes da greve e podemos fazer outras, locais e nacionais.

Resumindo, a luta ainda está acontecendo e deve ser levada, de uma outra forma agora.

E por que o fim da greve nessa Assembleia do dia 05/09? 
A UNB já tinha saído da greve, a UFRJ também. Fora essas duas a UFPE fica sendo a maior representação sindical.

O Comando Nacional de Greve Estudantil foi dissolvido, a FASUBRA (Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras) já havia saído da greve e o SINASEFE (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica) havia indicado o dia 10/09 para sua saída.

O Comando Nacional de Greve apontou a saída (apontou a SUSPENSÃO UNIFICADA) e a UFPE decidiu não sair no mesmo dia,(no dia 05) mas ter um tempo para que outras ADs pudessem sair em bloco (por isso decidiu pelo dia 17). 

Não é uma correria do pelotão, mas um recuo da tropa toda. A retirada de uma batalha, para se refazer, rediscutir estratégias e perseverar. 

Com a saída das duas maiores e mais outras tantas, o caráter nacional da greve já havia se partido. O projeto de lei já havia sido enviado pelo governo ao congresso e por conta disso não havia mais nenhuma possibilidade de pressão sobre o governo.

Sair de cabeça erguida, com disposição para permanecer na luta, é mais um ganho político. Saber que a luta da greve nos motivou, mobilizou e nos uniu. 

Vi criticas e posicionamentos diferentes, eu respeito. Mas, por favor, vamos ter consciência de quem ouvimos e do que levamos em conta. Ter opiniões diferentes é uma coisa, ter opinião sem parâmetro é outra.

Vejam só, durante a Assembleia em que a greve foi encerrada, estava acontecendo o JUBRA (Simpósio Internacional da Juventude Brasileira), que ocupou os auditórios diversos da UFPE, restando o CTG (Centro de Tecnologia e Geociências) ou a Concha Acústica (que é ao ar livre), a Assembleia foi a tarde, as 14h. Que auditório deveria ser escolhido?
O local para a realização da mesma foi debatido no Comando Local de Greve, que é quem toma as decisões para tanto. Não foi inventado de última hora ou feito às escuras. Qual seria a decisão a ser tomada? Dizer que a escolha foi manipulação? Por que? O CTG faz parte da Universidade, por que ter medo de lá?

Sobre o Comando Local de Greve, do qual participei intensamente, éramos no máximo 20 pessoas, em dias de reuniões lotadas, tendo reuniões com 3 ou 4 pessoas. Onde estavam todos/as os/as professores/as em greve?

Ao sair do auditório do CTG eu ouvi umas pessoas falando que quem tinha acabado com a greve eram os/as professores/as que estavam nos seus gabinetes e nunca participavam de nada. Pois bem, isso é direito deles/as, mas, vamos adiante. 

A greve foi deflagrada com 221 votos. Onde estavam os/as 201 professores/as (descontando os/as 20 do Comando Local) grevistas durante TODA a greve? Podem procurar saber, além de Assembleias, não houve adesão de colegas para a AÇÃO! Confiram nas fotos das ações no site da ADUFEPE, vocês todos/as verão como as pessoas se repetem sempre. Ou seja, alguns/as poucos/as carregaram todas as ações da greve nas costas. 
Os/as professores/as que votavam pela continuidade da greve exerciam o mesmo direito dos/as outros/as, mas em uma direção diferente.

Outro argumento é que, em greve, os/as professores/as podiam participar de atos e podiam pressionar sem se preocupar com aulas ou outras coisas. Sinceramente, eu estou na luta muito antes da greve. Sou sindicalizado e atuante e não vai ser por estar na sala de aula que vou deixar de lutar. A greve foi uma forma de luta e não abandonarei as outras. Conheço muitos/as como eu. Infelizmente esses/as "muitos/as" ainda são uma minoria.

Acredito sim que a greve foi vitoriosa e que saímos na hora certa e de cabeça erguida! Foi a maior Assembleia da história do nosso Sindicato!

Não dá pra considerar argumentação de gente que não participou de quase nada, que não sabe como estava o contexto da Greve Nacional e que, em muitos casos, queria a greve até o ano que vem ou mais, por qualquer motivo.

Nossa luta, nossa atuação política e nossa resistência não se resumem a greve. É isso.

Satisfação.

terça-feira, 12 de junho de 2012

IMAGINE uma História em Quadrinhos

Imagine "Imagine", do John Lennon... e aí... pronto! (aqui ela está grandona!)


Fantástico não é? Saquem com a música, que fica bem mais legal! =D

Esse é o trabalho de PABLO STANLEY, artista mexicano que vive nos Estados Unidos (ou Californiano que desenvolve no espanhol, não deu pra sacar muito bem na rápida e preguiçosa pesquisa que fiz)e que se define como "só um cara que ama desenho, desenhos animados, hambúrgueres vegetarianos e conta histórias bobas...", mas que faz uns lances muito legais e subversivos (que são legais legais)!

Eu achei demais! O site dele é o pablostanley.com e ele também está no facebook (onde dá pra sacar as atualizações do trabalho do cara).

Aliás, ele também foi responsável por esse clássico do Queen em quadrinhos!



Fodástico!

eu achei uma gigante satisfação!

domingo, 10 de junho de 2012

O Universo... e o amigo Pedro.

Buenas manolas AND manolos, tudo em paz?

e esse Domingão de ressaca hein? Tá osso...
Mas, vou aproveitar pra pensar um pouco em nada... e em tudo, sabem como é né?

Pois ontem estive com bons amigos (e bons drink) curtindo um showzinho do Raulzito Cover, o Alexandre Seixas! Muito bom, animado e tal e coisa (e coisa e tale)...


Mas aí que Raul sempre tem as músicas fodásticas que trazem umas doideras na mente insana...

Na verdade, eu não vou falar muito, vou só deixar aqui os rumos de uma reflexão... Primeiro, o som:

Meu Amigo Pedro
Muitas vezes, Pedro, você fala,

Sempre a se queixar da solidão.

Quem te fez com ferro, fez com fogo, Pedro!

É pena que você não sabe não...

Vai pro seu trabalho todo dia, sem saber se é bom ou se é ruim...

Quando quer chorar vai ao banheiro Pedro, as coisas não são bem assim!

Toda vez que eu sinto o paraíso, ou me queimo torto no inferno,

Eu penso em você meu pobre amigo, que só usa sempre o mesmo terno.

Pedro, onde você vai eu também vou!

Mas tudo acaba onde começou...

Tente me ensinar das tuas coisas: Que a vida é séria, e a guerra é dura...

Mas se não puder, cale essa boca, Pedro!

E deixa eu viver minha loucura.
Lembro, Pedro, aqueles velhos dias

Quando os dois pensavam sobre o mundo...

Hoje eu te chamo de careta, Pedro e você me chama vagabundo.
Pedro, onde você vai eu também vou...

Mas tudo acaba onde começou!
Todos os caminhos são iguais: O que leva à glória ou à perdição.

Há tantos caminhos tantas portas... Mas somente um tem coração.
E eu não tenho nada a te dizer, mas não me critique como eu sou....

Cada um de nós é um universo, 

Pedro onde você vai eu também vou.

É que tudo acaba onde começou
E sacaram?
O vídeo acima mostra nosso universo... foi feito pelo museu Americano de História Natural... só o nosso Universo, com galáxias, com sistemas de estrelas, com planetas e com um planetinha nosso...


Que maluquice Sr. Maluco Beleza...


é uma universal satisfação!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Anúncios Sinceros

Não sei direito de onde saiu isso tudo, já vi alguns perdidos pela net (eu recebi por e-mail, do Cabrito), mas sei que é muito bom! Confiram:



































é sempre uma satisfação!